O esfriamento do entusiasmo e o endurecimento das atitudes raramente acontecem de repente; eles se instalam devagar, no comodismo e nas justificativas diárias. Acostumar-se com o raso e adiá-lo para "depois" faz a vida perder o brilho e a direção.
Este texto traz um alerta indispensável e acolhedor sobre a importância de responder aos avisos internos sem protelar. Uma oportunidade perfeita para interromper a frieza espiritual, abandonar as velhas desculpas e retomar o fervor e a proximidade com o que realmente importa.
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