A urgência por respostas rápidas costuma nos afastar do amadurecimento real que só a convivência diária pode proporcionar. O cultivo constante da espiritualidade através da oração diária e da leitura meditada não deve depender do entusiasmo do momento, mas de um compromisso firmado.
Os apontamentos deste texto lembram que os períodos de aparente silêncio não significam abandono, funcionando na verdade como etapas indispensáveis de fortalecimento interior. Uma oportunidade perfeita para renovar a paciência, desacelerar a rotina e entender que a presença constante do Criador vale muito mais do que a pressa pelos resultados.
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