Diante de problemas que parecem gigantescos, a tendência imediata é baixar a cabeça e acreditar que o rumo das coisas fugiu do controle. O desespero da rotina nos faz esquecer a proporção e a sabedoria daquele que sustenta a própria existência das coisas.
O texto de hoje traz uma perspectiva revigorante sobre a vida, mostrando que a urgência humana não altera os planos e o cuidado divinos. Vale muito a pena fazer uma pausa, tirar a responsabilidade excessiva das próprias costas e trocar a ansiedade constante por uma confiança plena em quem sabe exatamente o que está fazendo.
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