Gastar energia tentando agradar quem está longe costuma fazer a gente tratar com indiferença quem divide a rotina e os dias pesados com a gente. Quando o barco balança, as plateias somem e sobram apenas aquelas poucas mãos dispostas a ajudar a carregar o fardo.
O texto da vez traz um choque de realidade sobre a pressa do cotidiano e o perigo de deixar o orgulho ou a rotina deixarem invisíveis as pessoas certas. É uma oportunidade única para desacelerar, quebrar a barreira do comodismo e expressar gratidão sincera antes que o tempo leve embora as chances de demonstrar afeto.
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