Em meio a uma rotina cheia de compromissos, trabalho e responsabilidades familiares, é extremamente fácil deixar o essencial em segundo plano sem perceber. O grande risco cotidiano não está em realizar coisas ruins, mas em permitir que até mesmo as boas conquistas ocupem o centro das nossas atenções.
O texto da vez propõe uma autoavaliação sincera sobre a forma como organizamos o tempo e os afetos. É o momento ideal para desacelerar o ritmo acelerado das tarefas, reordenar a vida e resgatar o equilíbrio que só existe quando o foco principal permanece no lugar certo.
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